BomServo

“Trabalhai, porque eu sou convosco, diz o Senhor dos Exércitos” (Ageu 2.4).

Diário
29/11/2009 06h35
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Eu, Deus e meus escritos…(2)

 
Sim, o verdadeiro amor, aquele que se apresenta sem ter a ambição de dominar, de controlar como se proprietário fossemos de alguém, é aquele que se molda ao nosso coração, se adapta às nossas carências naturais.
                
Todo ser carente, que vive insatisfeito, como quem tem um grande vazio em seu peito, vazio este que faz arder a alma, que faz brotar uma ferida que sangra diariamente, nos fazendo um ser doente, é um ser que precisa encontrar-se com o espírito do amor genuíno, o amor que nasce na fonte celeste, que é a revelação do divino Deus que é amor.


Sou grato por não somente ter encontrado esse espírito, mas servir como morada, habitação dele, ser seu templo, pois o espírito divino, o próprio Deus que é amor, quer fazer de nosso coração, nosso ser, seu templo, o lugar onde ele escolheu para fazer o amor florescer.


Tenho procurado fazer de meu coração um jardim, onde a cada primavera da vida, o pólem do amor se espalha, onde eu posso ver flores com aroma do amor, com a cor do céu, vidas que se apresentam diante de mim, que vêm fazer parte do meu jardim.


Quando essas flores nascem em meu coração, junto com elas brota forte uma inspiração, através da qual eu me vejo a escrever meus escritos, me vejo por essas flores inspirado, me sinto por Deus amado, e assim posso então transmitir um pouco mais uma fragrância, um chuviscar de pequenas gotas que me levam a amar.


Sob o chuviscar do amar, desejo então ouvir a musica divina do verdadeiro amor, aquele que nos faz amar sem exigir o direito de ser proprietário de quem a nossa inspiração veio se tornar.


Em meio ao chuviscar do amor, desejo ser um amante na mãos de Deus, ser um fruto do seu jardim.


“Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; com grande gozo sentei-me à sua sombra; e o seu fruto era doce ao meu paladar”. (Cânticos
2:3)


Publicado por BomServo Mprado em 29/11/2009 às 06h35
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29/11/2009 06h30
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Eu, Deus e meus escritos… (1)

 
Quanto aos meus escritos, a inspiração sempre é de Deus, pois é um dom que dele tenho recebido, não é glória minha.

Sei que fui feito um ser sensível, que tem uma ênfase mais forte no romantismo e na sensibilidade por sonhar e amar.


Afinal fui criado pelo Deus que é amor e que entende muito de sensibilidade.

Quando tinha meus 7 anos fiz meu primeiro poema com sentimentos voltados para uma pequena menina que morava em frente a minha casa sem nunca ter falado com ela, pois quando mudei para essa rua, na casa defronte a dela, logo após, mês e meio, ela mudou-se, nem sequer fiquei sabendo o nome dela.

 
Eu sempre gostei de ler o livro do cântico dos cânticos, o qual sempre me envolveu pela ênfase romântica que Deus se apresenta, pela forma como é feita a ilustração do relacionamento entre Deus e a sua Igreja.

Certa vez, fiz uma série de estudos baseados no livro de Cântico dos cânticos.


Creio eu, que nem todos as pessoas estão preparadas para esse tipo de estudo.

Sempre fui de muito sonhar com a maravilha do amor, eu sempre fui diferente dos meus primos e irmão, eu não pensava em namorar, pensava em amar.


Sei que temos um potencial de amar maior do que amamos.


Interessante que estou falando isto agora, pois nunca falei com alguém sobre este assunto, ninguém sabe disto.


Creio que por sermos pessoas diferentes em nossa sensibilidade.


Meus escritos são frutos de momentos em que me deixo envolver pelo sentimento e pela sensibilidade do amor, me vejo escrevendo mesmo sem ter pensado em escrever.


Muitas vezes acordo à noite em meio a poemas e prosas que estão pairando em meu pensar.


Então levanto e anoto para não esquecer , depois escrevo com a conclusão perfeita que nunca imaginei.


Já chorei de emoção ao ler algo que escrevi..


To falando demais não é?.


" Com o coração vibrando de doces palavras, recito os meus versos em honra ao rei; seja a minha língua como a pena de um hábil escritor". Salmo 45:1



Continuo depois…



Publicado por BomServo Mprado em 29/11/2009 às 06h30
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03/07/2009 15h31
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Eu… Deus… e os “Meus”!
 
Eu sei que nem sempre sou o mais correcto dos homens em minha forma de ser, de pensar e de sentir os meus sentimentos íntimos, que brotam do meu coração, fazendo-se reais em minha vida.
 
Sei que como pecador, e mais que isso, como alguém que sente a força real do meu “eu”, vivo uma batalha constante e incansável, onde através da força do “eu”, sou tentado a desestabilizar a estrutura existente em minha vida espiritual, estrutura essa que é divina e angelical, dada pelo Deus criador e sustentador da minha vida.
 
Como consequência dessa batalha diária, e que há de durar enquanto eu estiver a viver neste mundo, vivo minha vida tentando conhecer melhor quem de facto sou, pois me surpreendo muitas vezes com minha forma de viver e de ser.
 
Mediante a essa batalha, me identifico muito com a pergunta feita por Jó:
 
“Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração, e cada manhã o visites, e cada momento o proves?” Jó 7:17,18
 
Sim, quem sou “eu” para merecer da parte de “Deus” e dos “meus” amigos e familiares tamanha consideração, e principalmente receber da parte de Deus tanto amor, amor esse que faz com que Deus me visite a cada instante do meu viver?
 
Sim, quem sou eu, para que receba da parte de Deus um cuidado especial, cuidado esse que leva Deus a me sustentar a cada dia, a me restaurar das angustias e incertezas, renovando o meu espírito de forma a me fazer sonhar com uma nova vida?
 
Quando me sinto derrotado em meio a batalha travada pelo meu “eu”, eu posso então aprender mais de “Deus”, posso contemplar as provas reais que ele me dá de seu cuidado.
 
Posso afirmar com certeza, de que as batalhas pelas quais passo a cada momento, são demonstrações e provas de que não estou sozinho, não fui abandonado em meu viver, pois em meio as batalhas, seguimos juntos e abençoados... Eu… Deus… e os Meus !
 
 
 
 

Publicado por BomServo Mprado em 03/07/2009 às 15h31
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18/05/2009 16h12
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Eu… Deus… e os “Meus”!
 
Eu vivo na fraqueza de minha carne, mas desfruto da presença do Espírito de Deus, que habita a minha vida.
 
Embora eu saiba que o futuro que está por vir, será glorioso para mim, com um sabor eterno, não se comparando com os gloriosos momentos passageiros, que desfruto no presente tempo, embora viva uma luta em função da fraqueza carnal, sei que o meu fim será celestial.
 
Sim, Deus está comigo, ele se mostra pessoalmente, ainda que as lutas se façam sempre presente, posso sentir seu cuidado, seu consolo, e sempre cheio de graça e amor, sou por ele amado.
 
Minha carne é fraca, muitas vezes me faz balançar e até cair, mas, a cada novo dia, meu espírito está pronto a ressurgir, pois o Espírito de Deus é real, um constante consolador, dos fracos e abatidos é o perfeito ajudador.
 
Eu…, minha carne enfraquecida, Deus…, minha força, minha alma fortalecida.
 
Apesar de ter Deus sempre ao meu lado, eu preciso andar com muito cuidado, pois se a minha carne é fraca, eu que estou em pé, devo cuidar para não cair.
 
Em momento de dor e solidão, onde enfraquece o meu coração, fazendo calar minha oração, eu conto com o Espírito de Deus, que roga junto comigo, fazendo da minha oração o seu próprio gemido.
 
Assim vou vencendo a vida aqui neste mundo, até que um dia eu seja recebido de abraços abertos por Deus, para vivermos por tempos eternos. Sim, vivermos juntos… Eu… Deus… e os Meus!
 
 “E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos”. Romanos 8:27


Publicado por BomServo Mprado em 18/05/2009 às 16h12
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14/05/2009 09h47
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Eu… Deus… e os “Meus”!

 
Eu sinto muitas vezes que o meu eu se torna um gigante, ele se molda às circunstancias da vida, e quando me encontro diante de um grande obstáculo a ser ultrapassado, o meu eu se torna um gigante amedrontado, um gigante prisioneiro, sem forças, como que um boneco imóvel, sem condições de dar seus passos e seguir em frente.

Sim, há momentos em que meu eu se torna um gigante adormecido, ficando estático a olhar para traz, como quem sente saudades de algo, de um tempo que fora melhor do que o momento presente.
 
Os momentos onde a vida parece não desenvolver naturalmente, são momentos em que provavelmente o nosso eu está prisioneiro de algo que vai além do nosso esforço físico, da nossa razão, são momentos em que nosso eu reage como ser espiritual que é, como uma alma abatida, ansiosa por água, como uma terra seca.
 
Talvez tenha sido esse o sentimento que o salmista demonstrou ao expressar: “ Clamo a Deus no abatimento do meu coração…”Salmo 61:2
 
Ficamos estáticos, como uma estatua, quando desejamos viver movidos apenas pelo nosso eu. O eu tem a tendência de ficar olhando para o passado.
 
Foi assim com a mulher de Ló. “E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal”. Génesis 19:26
 
A fim de que a minha vida não se transforme em uma estatua, é preciso haver um equilíbrio entre …
 
“Eu”…”Deus”… e os “Meus”!
 
 
 
 
 


Publicado por BomServo Mprado em 14/05/2009 às 09h47
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